O álcool é um veneno, mas tem certas coisas dentro de mim que eu preciso matar.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Esta coisa terrível de não ter ninguém para ouvir o meu grito. Esta coisa terrível de estar nesta ilha desde não sei quando. No começo eu esperava, que viesse alguém, um dia. Um avião, um navio, uma nave espacial. Não veio nada, não veio ninguém.
Eu sempre estive pronta fosse qual fosse a hora, fosse qual fosse o dia, nunca duvidei, nunca tremi diante a face do inesperado, foram queimaduras ao sol, foram mergulhos em tempestades, eu respirava fundo a coragem, eu mantive intocável a fé, eu resisti ao mal dos olhares, apesar dos imensos pesares, eu sempre fui o melhor de mim.
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